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Adrenalina

C9H13NO3


Adrenalina

Conhecida como a molécula da ação, a Adrenalina, Cloridrato de Dioxifenil-etanol-metil-amina, também chamada de Adnefrina, Epinefrina e Supra-renina, é produzida dentro do corpo e participa na transmissão de sinais de uma célula nervosa para outra. É um hormônio produzido pelas glândulas supra-renais na corrente sangüínea, a fim de compensar a queda do teor de açúcar, causada pelo medo. A adrenalina circula no sangue e afeta o sistema nervoso autônomo (os nervos sobre os quais não temos controle voluntário, em contraposição ao sistema nervoso central). Age sobre os músculos cardíacos aumentando sua força de contração, dilata as pupilas dos olhos e estimula a secreção de suor e saliva.

Quando levamos um susto ou praticamos um esporte radical, milhares dessas estruturas são liberadas em nossa corrente sanguínea. O nosso organismo, então, fica "turbinado", pronto para enfrentar a situação de perigo ou alerta, sendo a adrenalina um estimulante natural. Quando um animal é ameaçado, as opções são, geralmente, ficar e lutar, ou correr o mais rápido possível. Ambas as respostas irão requerer uma quantidade extra de oxigênio e açúcar no sangue e nos músculos. A liberação de adrenalina, então, é acionada, aumentando a velocidade de batimentos cardíacos, metabolização, e respiração. Foi o primeiro hormônio isolado em laboratório, sob a forma de um pó branco cristalino, podendo ser obtido, também, das glândulas de animais domésticos. Está presente em muitas formulações farmacêuticas intravenosas, principalmente no tratamento da asma, hemorragias internas, entre outros.

A molécula da Adrenalina possui os seguintes grupos funcionais: Amina, Fenol e Álcool.

Pesquisa realizada por: Alunos ETECAP